Foi o resultado da bandeira erguida 10 anos antes, em 1922, pela líder feminista e política paulista Berta Lutz, filha do cientista Adolfo Lutz. No entanto , o voto só era obrigatório para mulheres que exercem algum tipo de função remunerada em cargos públicos. A obrigatoriedade mesmo só veio com a constituição de 1946.
Em 1932, Getúlio Vargas concedeu, por decreto, o direito de voto às mulheres; uma novidade que gerou intensos debates que ora convergiam, ora divergiam sobre a aplicabilidade da questão sufragista feminina. Observou-se que a maioria da mulheres catarinenses não se envolveram em tais debates. No entanto, justamente nesse Estado foi eleita como deputada uma mulher negra – a professora Antonieta de Barros – personagem ímpar na história catarinense por ter representado, ainda que não intencionalmente, a quebra de estereótipos relacionados à etnia, classe social e gênero.
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